Como descartar os resíduos da minha empresa ou indústria?

O descarte de resíduos nas grandes, médias e pequenas empresas é uma preocupação não apenas logística, mas também ambiental. Lidar com os resquícios industriais exige cuidado no manuseio para que eles não contaminem a produção e o meio ambiente, além de causar outros problemas de saúde e poluição.

Na maior parte das cidades estruturadas para receber indústrias, a fiscalização em relação ao descarte é constante. Dada a necessidade de preservação de mananciais, rios, bacias hidrográficas e do próprio terreno, as prefeituras podem aplicar punições como multas ou até interdição, a depender da intensidade do desvio.

Por isso, e por toda a questão ética envolvida, o correto encanamento, a adoção das devidas práticas e a utilização de produtos de baixo impacto ambiental se faz tão necessária. Especialmente quando se trata de um resíduo de classe “I”, que são aqueles que apresentam alta periculosidade.

Classes de classificação residual

Quando um material apresenta características como inflamabilidade, toxicidade, insolubilidade ou corrosividade, é considerado de alto risco, de classificação “I”. Indústrias que lidam com esse tipo de sobra necessitam de atenção especial para que nada prejudique o bem estar social e o meio ambiente. 

A rigorosidade costuma ser bem maior por parte dos serviços de vigilância, fazendo com que erros básicos levem mesmo à interdição da indústria.

Os resíduos de classe “II” são aqueles que não apresentam tantos riscos por sua solubilidade e biodegradabilidade. Eles podem ser classificados como inertes (quando sua presença não influencia em nada na potabilidade da água) ou não inertes.

Descartando corretamente os resíduos

Ao abrir uma empresa, é importante que o gestor busque se informar sobre a classificação dos objetos de descarte e sobre o correto destino deles. 

Óleos, por exemplo, não devem entrar nos encanamentos, mas sim ser separados em tonéis e destinados à coleta seletiva ou especial, a depender do município. E é aqui que se enquadram até mesmo os pequenos ou microempresários, de feirantes a donos de restaurante.

Os resíduos sólidos podem abranger outras matérias primas que necessitam de cuidado. Dependendo do material, deve-se recorrer ao ferro velho, à coleta de perfurocortantes ou mesmo à coleta seletiva, seja para reciclagem ou aterramento.

Resíduos químicos podem ter origem na própria produção ou nas atividades secundárias de limpeza e manutenção. Sim, os produtos da limpeza de lixeiras, do chão e demais superfícies também são considerados resíduos e devem ser corretamente destinados, caso não apresentem os padrões exigidos de biodegradabilidade e solubilidade.

Os produtos de limpeza, em sua maioria, são de fácil descarte, pois o sistema hídrico das grandes cidades já conta com meios de tratamento apropriados. Mas nem por isso devem ser totalmente negligenciados. Jogar produtos químicos no solo nativo, longe de bueiros ou destinar clandestinamente a rios e fossas subterrâneas é uma atitude antiética, na maioria das vezes criminosa, além de prejudicial para o planeta.  

Se você compactua com as boas práticas de limpeza e descarte, vai adorar saber que existem produtos químicos sustentáveis de limpeza para empresas, com linhas de biodegradáveis e fórmulas não agressivas à biodiversidade. A linha profissional da Ecomaster, por exemplo, tem produtos ecologicamente corretos para as mais diversas necessidades de limpeza, da lavagem de roupas à limpeza hospitalar.

Conclusão

Observe sempre o que você põe dentro da sua empresa, como lida com os excessos de matéria prima e resíduos de produção. É responsabilidade do empresário zelar pelo bem estar da população e de seus funcionários, bem como pelo futuro do nosso planeta.

O que você procura ressignificar com o seu negócio? Além dos lucros, por que a empresa presta seus serviços? Questionamentos como esses nos fazem ver que, para além da prestação de contas às autoridades sanitárias, empreender exige ética e respeito. 

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